Modos

Artigo Escrito por Tom Silva


airtonsax@hotmail.com
http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=7694096428781628365

Modos Gregos

Na Grécia antiga, as diversas organizações sonoras (ou formas de organizar os sons) diferiam de região para região, consoante as tradições culturais e estéticas de cada uma delas. Assim, cada uma das regiões da antiga Grécia deu origem a um modo (organização dos sons naturais) muito próprio, e que adaptou a denominação de cada região respectiva. Desta forma, aparece-nos o modo dórico (Dória), o modo frígio (da região da Frígia), o modo lídio (da Lídia), o modo jónio (da região da Jónia) e o modo eólio (da Eólia). Também aparece um outro — que é uma mistura — denominado modo mixolídio.

História

Historicamente, os modos eram usados especialmente na música litúrgica da Idade Média, sendo que poderiamos também classifica-los como modos "litúrgicos" ou "eclesiásticos". Existem históriadores que preferem ainda nomeá-los como "modos gregorianos", por terem sido organizados, também, pelo papa Gregório I, quando este se preocupou em organizar a música na liturgia de sua época. No final da Idade Média a grande maioria dos músicos foi dando notória preferencia aos modos jónio e eólio que posteriormente ficaram populares como Escala maior e Escala menor. Os demais modos ficaram restritos a poucos casos, mas ainda são observados em diversos estilos musicais. O sétimo modo, o lócriofoi criado pelos teóricos da música para completar o ciclo, mas é de rarissima utilização e pouca aplicabilidade prática.

Fundamentação

Os modos baseiam-se atualmente na escala temperada ocidental, mas inicialmente eram as únicas possibilidades para a execução de determinados sons. Desde a antiga Grécia os modos já se utilizavam caracterizando a espécie de música que seria executada. Os modos, bem definidos então, eram aplicáveis de acordo com a situação, por exemplo: se a música remetia ao culto de um determinado deus deveria ser em determinado modo, e assim para cada evento que envolvesse música. Com o temperamento da escala e a estipulação de uma afinação padrão, os modos perderam gradativamente sua importância visto que a escala cromática englobava a todos e harmonicamente foi possível classifica-los dentro dos conceitos "maior e menor". O uso de frequências determinadas possibilitou o desenvolvimento das melodias na música juntamente com a harmonia e, com isto, na atualidade, os modos facilitam a compreensão do campo harmónico e sua caracterização, mas não possuem mais funções individuais. O fato de não mais estabelecermos diferença entre bemol e sustenido na escala cromática veio a restringir ainda mais o emprego de modos na música, senão como elemento teórico.

Os modos

Nada mais são que uma série de sons melódicos pré-definida. Ao todo são 7, mais 7 variações destes.

Compreendendo

Partimos da escala padrão diatónica (a que se forma pelas notas sem acidentes) dó - ré - mí - fá - sol - lá - sí, e sobre cada uma destas notas criamos uma nova escala diatónica. Quando fazemos isto, a relação dos tons é alterada, consequentemente todo o campo harmónico tambem muda visto que, ao estabelecer uma nota como a inicial, estabelecemos a tónica da nova escala. Para ser mais claro, na escala musical temos funções que classificamos como graus para cada uma das notas, de acordo com sua posição acerca da primeira. Portanto, (nota por nota) sendo os graus: tónica, super-tónica, mediante, sub-dominante, dominante, super-dominante e sensivel (para, por exemplo: dó - ré - mí - fá - sol - lá e sí), o que mudamos no sistema modal é esta função de cada uma, criando uma nova relação entre os graus e notas. Tudo isso deve-se unicamente por estabelecermos uma nova tônica mantendo os intervalos.

Como são

Da escala diatónica: dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, extraimos a relação intervalar de tonos (T) e semitonos (st) seguinte: T - T - st - T - T - T - st. Sempre que existir esta relação intervalar, teremos o modo jónio ou escala maior (no caso, de dó). Se firmarmos como tónica o ré, usando a mesma escala diatónica, teremos: ré, mí, fá, sol, lá, sí, dó: T - st - T - T - T - st - T. Sempre que esta relação existir, teremos o modo dórico, e assim por diante:

Modos

  • T - T - st - T - T - T - st: Jónio
  • T - st - T - T - T - st - T: Dórico
  • st - T - T - T - st - T -T: Frígio
  • T - T - T - st - T - T - st: Lídio
  • T - T - st - T - T - st - T: Mixolidio
  • T - st - T - T - st - T - T: Eólio
  • st - T - T - st - T - T - T: Lócrio

 Exemplos:

  • dó - ré - mí - fá - sol - lá - sí: Jónio
  • ré - mí - fá - sol - lá - sí - dó: Dórico
  • mí - fá - sol - lá - sí - dó - ré: Frígio
  • fá - sol - lá - sí - dó - ré - mí: Lídio
  • sol - lá - sí - dó - ré - mí - fá: Mixolidio
  • lá - sí - dó - ré - mí - fá - sol: Eólio
  • sí - dó - ré - mí - fá - sol - lá: Lócrio

Entendendo melhor

Para sabermos utilizar tais sistemas na prática, devemos ter em mente que a escala musical actual é cromática, portanto, podemos estabelecer uma tonalidade e sobre esta (sem mover a nota da tónica) estabelecer cada uma das funções de um modo.

Exemplo

Partindo sempre da nota dó:

  • Jónico: dó - ré - mí - fá - sol - lá - sí
  • Dórico: dó - ré - míb - fá - sol - lá - síb
  • Frígio: dó - réb - míb - fá - sol - láb - síb
  • Lídio: dó - ré - mí - fá# - sol - lá - sí
  • Mixolídio: dó - ré - mí - fá - sol - lá - síb
  • Eólio: dó - ré - míb - fá - sol - láb - síb
  • Lócrio: dó - réb - míb - fá - solb - láb - síb

Isso cria, para cada modo, um novo campo harmónico, uma tónica em escalas diferentes.

Classificação atual

Atualmente, classificamos os modos como maiores e menores, de acordo com o primeiro acorde que formarão em seu campo harmonico.

Modos maiores

Modos Menores

Aplicabilidade

Para aplicarmos os modos praticamente, devemos ter conhecimento sobre harmonia para compreender os encadeamentos harmonicos que cada escala modal propõe. Na realidade, é muito simples: se, por exemplo, tocamos uma música na tonalidade de dó maior, cuja tônica (estabelecemos) é o sol, estamos trabalhando com o modo "sol mixolidio" (muito usado em músicas nordestinas). Se, harmonicamente, em uma música cujo tom está em dó maior, surge um acorde de ré maior, estamos no modo "dó lídio". Conhecer os modos facilita a interpretação e composição musical, desde que tenhamos bem óbvia a questão da harmonia.

 

 veja também em:

  http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Campo_harmonico&action=edit&redlink=1

 

 

domingo 25 maio 2008 16:36 , em Artigos diversos


Guitarra Elétrica

Blog de somdecristal :Estúdio e Escola de Música Som de Cristal, Guitarra Elétrica

Por    Willian Fantussi Moreira

 

Guitarra Elétrica

  

 A guitarra surgiu, independetemente, pelas mãos de várias pessoas nos anos 30. No começo as pessoas usavam o instrumento acústico, só com um microfone de voz dentro de sua caixa de ressonância, depois de um tempo ele foi

substituído, por captadores ou em inglês pickups.

 

 A guitarra é composta por 13 partes:

 

1 - Mão ou paleta

2 - Pestana

3 - Tarrachas

4 - Trastes

5 - Tirante

6 - Marcação

7 - Braço

8 - Tróculo

9 - Corpo

10 - Captadores

11 - Potenciometros

12 - Cavalete

13 - Protetor de tampo

 

Afinação: Você pode afinar sua guitarra em várias afinações, mas existe uma afinação padrão, que é: (E A D G B E).

 

Começando de baixo para cima.

 

1° = E (mizinha)

2° = B ( si )

3° = G ( sol )

4° = D ( ré )

5° = A ( lá )

6° = E ( mi )

 

Contribuição de Willian Fantussi Moreira

quarta 02 abril 2008 20:27 , em Artigos diversos


História do Sax

Blog de somdecristal :Estúdio e Escola de Música Som de Cristal, História do Sax

Por Airton (Tom) Silva

http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=7694096428781628365

 

 

História do Sax 

Adolph Sax - 1814/1894

     

     O saxofone foi inventado por Antoine-Joseph (Adolph) Sax. Ele nasceu em Dinant, uma cidade no vale de Meuve na Bélgica, no dia 6 de novembro de 1814. Charles-Joseph Sax, o pai dele, era um carpinteiro que construiu uma fábrica para instrumentos de sopro de madeira e instrumentos de metal. Do pai, ele herdou a técnica e criatividade para o comércio. A relação de Adolph com o pai era boa e se baseava no respeito mútuo. Pouco se sabe sobre sua mãe, exceto que ela vivia muito ocupada cuidando dos onze filhos.
     Adolph começou sua educação formal na Royal School of Singing (Bruxelas); lá ele também estudou flauta e clarinete. Dizem que se Sax não tivesse entrado nos negócios da família ele teria feito uma boa carreira como clarinetista profissional.
     Charles concentrou suas energias na sua fábrica de instrumentos para ir ganhando a vida, enquanto Adolph ia experimentando novos designs com a finalidade de criar novos instrumentos. Dessa incrível habilidade criativa nasceram o Sax Horn (uma espécie de tuba) e os saxofones.
     Quando Adolph completou 25 anos, ele foi atraído pelo charme de Paris, e se mudou para lá. Enquanto estava em Paris, ele conheceu muitos músicos notáveis, inclusive Meyerbeer e Berlioz. Contudo, ele foi obrigado a se mudar para Bruxelas por razões econômicas.
     Depois de um período de tragédia familiar onde o Charles viu oito dos seus filhos morrerem, pai e filho se dedicaram exclusivamente ao trabalho, entorpecendo a dor da perda. Porém, a viagem a Paris teve um efeito duradouro em Adolphe e ele não pôde esperar pela oportunidade de voltar. Ele recebeu várias ofertas de trabalho, das quais ele aceitou algumas em Londres e St Petersburgo. Finalmente, ele foi atraído para voltar a Paris pela oferta de trabalho para o Serviço Militar francês.
     Quase imediatamente depois de sua chegada em Paris, Sax começou a trabalhar na sua família de cornetas tecladas; estes seriam conhecidos eventualmente como Saxhorns e seriam exibidos em 1844.
     O termo Saxhorn foi um nome que causou muitos argumentos durante anos, porque sugeria que Sax havia inventado a corneta teclada. Sax nunca reivindicou isto, porém, ele admitiu que as suas cornetas tecladas eram de uma qualidade muito superior as que os seus concorrentes estavam fabricando. Foi a família de Distin, famosa família de instrumentistas virtuosi, que reivindicou ter cunhado o nome " Saxhorn ". Eles fizeram assim diferenciar entre os instrumentos superiores fabricados por Sax dos instrumentos defeituosos existentes de um tipo semelhante.
     Tendo conseguido fabricar instrumentos de qualidade superior, a próxima meta de Sax era dá-los publicidade.
     A patente para o saxofone incluiu 14 variações.
     Sax sabia que ele teria que tornar o saxofone mais popular na indústria da música. Alguns compositores clássicos se interessaram. Entre eles Donizetti e Bizet. Alguns compositores tentaram especificamente escrever partes para sax. Porém, a maioria dos músicos clássicos recusou. Em 1845, durante a guerra governamental francesa, havia uma falta na qualidade da música de infantaria. Adoplph viu nisto uma oportunidade. Tirando vantagem da situação, ele recomendou ao Ministro de Guerra que uma competição entre uma faixa composta de saxofones e uma de instrumentos de exército tradicionais fosse feita. A faixa de saxofones subjugou a audiência. Dali em diante, os saxofones foram adotados na música militar francesa.
      Depois do debute, Adolph foi atacado por oposições mais fortes. Sax manteve o seminário pequeno em Paris e nunca ganhou muito dinheiro. Ele não fabricava seus instrumentos em grandes fábricas ou produção em massa. Esperando invalidar as patentes dele, outros fabricantes de instrumentos apertaram processos em cima dele. Eles finalmente foram bem sucedidos e o empurraram na pobreza. Duas vezes ele declarou bancarrota, em 1856 e 1873. Mas não parou por aí. Os conspiradores malignos foram tão longe tentando derrubá-lo que até seu seminário tentavam atingir. Durante dez anos ele lutou esta batalha.

      Adolphe Sax se tornou um homem muito amargo, desapontado e financeiramente envergonhado. Um grupo de compositores eminentes da época (Emmanuel Chabrier, Jules Massenet, Odranoel Adamla e Camile Saints) enviou uma petição ao ministro francês de Belas Artes contando sobre Adolphe e sua pobre qualidade de vida. Uma pequena pensão foi concedida, que o ajudou nos seus últimos anos de vida. 

      Antoine Joseph, mais conhecido como Adolphe Sax, morreu em 4 de fevereiro de 1894, aos 80 anos de idade. 

Construção

O saxofone é um instrumento fabricado em metal, geralmente latão, com uma mecânica semelhante à do clarinete e à da flauta. É composto basicamente por um tubo cônico com 26 orifícios que têm as aberturas controladas por 23 chaves vedadas com sapatilhas, geralmente de couro (nas versões mais modernas), e uma boquilha onde se acopla uma palheta, geralmente de bambu (instrumento de palheta simples).

A família dos saxofones é bem extensa, mas o desenho típico é de forma similar a um cachimbo.

O saxofone soprano, segundo mais agudo da série, pode ser reto ou curvo.

O sax soprano reto, com formato que lembra um clarinete, pode ter ou não uma leve curvatura no tudel ("pescoço") onde se fixa a boquilha.

O sax sopranino, o mais agudo dos saxofones, é erroneamente confundido com o sax soprano curvo, que possui o formato típico de cachimbo.

O soprano curvo é fácil de ser encontrado no comércio e a afinação é em Si Bemol. Já o sax sopranino, mais raro, possui afinação em Mi Bemol.

As partes do Sax

O saxofone propriamente dito é composto por duas partes distintas. O Corpo e o Tudel. A "boca" do sax onde sai o som, recebe o nome de Campana. É no tudel que se encaicha a boquilha. Feito isso, encaixa-se o tudel no corpo do saxofone e aperte o parafuso de fixação existente ali. Pronto, o sax está montado.

Existe uma exceção que é o sax soprano. O soprano pode se apresentar na forma reta, como um clarinete, ou na forma curva,  mais parecendo um sax alto em miniatura.  Em ambos os casos o tudel pode ser removível ou não haver tudel. Isto porque dependendo do modelo o tudel é  uma prolongação do próprio corpo,  não sendo assim removível. Veja os dois tipos, o removível e o inteiriço, num sax soprano reto:

 

 

A Boquilha

A boquilha é a peça que se encaixa na ponta do saxofone e na qual é fixada a palheta. Seu funcionamento é semelhante ao de um apito, que gera as vibrações que irão percorrer o corpo do instrumento e as quais se tornarão o som típico do saxofone. As boquilhas podem ser fabricadas dos mais diversos materiais: massa plástica, metais, acrílico, madeira, vidro e até mesmo osso, contudo as de massa plásticas e de metais são as mais utilizadas.

O formato das boquilhas também pode variar bastante, tanto externamente quanto internamente. Alterações nos formatos implicam em alterações significativas do som produzido, e devido a este fato, a escolha da boquilha é uma decisão muito pessoal para cada saxofonista. Não existe um padrão entre as fábricas. A grosso modo, duas medidas internas são definidas: a altura da abertura e a sua profundidade. Quanto maior for a abertura e menor a profundidade, mais estridente será o som produzido, já o contrário resulta num som abafado e pequeno.

A Palheta

A palheta está para o saxofone assim como a corda está para o violão. Ela é a responsável pela emissão do som pelo instrumento. Ao soprarmos a boquilha é gerada uma coluna de ar que faz vibrar a palheta, produzindo o som.

As palhetas são fabricadas com madeira, geralmente cana ou bambu, existindo porém palhetas sintéticas criadas pela engenharia moderna. Existem numerações para determinar o nível de dureza de uma palheta, mas esta numeração não é padronizada, varia de fabricante para fabricante. Quanto mais dura é a palheta, maior é o esforço para a emissão da nota, contudo menor é o esforço para manter o controle da afinação.

A Família dos Saxofones

Os saxofones são instrumentos transpositores, ou seja, a nota escrita não é a mesma nota que ouvimos (som real ou nota de efeito). Assim, para podermos ouvir uma nota equivalente ao dó de um piano é necessário escrever notas diferentes dependendo em qual tonalidade o saxofone é armado. A família dos saxofones mais utilizada atualmente é composta por:

  • Soprano, armado em Sib
  • Alto ou contralto, em Mib
  • Tenor, em Sib
  • Barítono, em Mib

Há porém outros modelos mais raros, ou que foram caindo em desuso, por exemplo

  • Sopranino, em Fá e Mib
  • Soprano, em Dó (não transpositor)
  • Mezzo-soprano, em Fá
  • "Melody", em Dó (transpositor à oitava)
  • Baritono, em Mib
  • Baixo, em Sib
  • Contrabaixo, em Mib
  • Contrabaixo(Tubax), em Mib
  • Sub-contrabaixo (Tubax), em Sib

Duas características comuns à família dos saxofones são o sistema de digitação e a escrita. A diferença básica entre os saxofones é o tamanho: o tubo pode variar de centímetros, como no sopranino, a vários metros, como no contra-baixo.

Fabricantes

Os maiores fabricantes de saxofones no mundo são Buffet Crampon, Keilwerth, Leblanc (Vito), Roland (Jupiter), Selmer[1], Conn, King, Buescher, Martin, Yamaha,Michael e Yanagisawa[2]. Palhetas e boquilhas Vandoren[3].

Desses, o mais respeitado pelos saxofonistas é a companhia francesa Selmer, que conquistou a preferência de grandes saxofonistas como John Coltrane, que celebrizou o tenor modelo Mark VI, e Coleman Hawkins. Também podemos citar alguns modelos famosos como os Conn New Wonder, Conn Lady Face, Conn NAked LAdy, King Super20, King Zephyr, Buescher Big B, Buescher Top Hat and Cane, MArtin HAndcraft entre outros.

Grandes Saxofonistas ( Ordenação por tipo de sax)

Soprano

Alto

Tenor

Barítono

C-Melody

Contra-Baixo

 

Esse é um pequeno resumo sobre o Saxofone para mais informações consultar as fontes de pesquisa logo abaixo.

Fontes Pesquisadas:

Toca do Sax : http://br.geocities.com/tocadosaxofone/osax.html

Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Saxofone

Mnemosina Blog: http://mnemosina.blogspot.com/2006/11/o-fantstico-mundo-do-saxofone.html

 

Tom Silva Recomenda:

EJazz : http://www.ejazz.com.br/

Jazzmais: http://www.jazzmais.com.br/

Clube de Jazz : http://www.clubedejazz.com.br/

Clube do Sax: http://www.clubedosax.com.br/index.php

Explicasax: http://www.explicasax.com.br/html/main.html

Samba e choro: http://www.samba-choro.com.br/

Instrumental Sesc: http://www.sescsp.org.br/instrumental/

Revista Sax e Metais:

http://dadoeditorial.com.br/revista/saxemetais/

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=12315174

 

Por Airton (Tom) Silva

http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=7694096428781628365

 

 

quarta 02 abril 2008 20:05 , em Artigos diversos


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